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Anatel libera metade do espectro pedido pela Starlink para fazer D2D

Convergência Digital (abre em nova aba) Publicada em

Linha fina publicada pela Convergência Digital
Conselho Diretor da Anatel liberou um bloco de 15+15Mhz na banda S. Espectro é fundamental para a oferta de conexão direta de satélites para o celular.

A Anatel autorizou a liberação de um bloco de 15+15 MHz na banda S, atendendo ao pedido da Starlink. Esse espectro é essencial para viabilizar a conexão direta entre satélites e celulares.

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O que aconteceu

A Anatel autorizou a Starlink a utilizar um bloco de 15+15 MHz na banda S, que é crucial para a prestação de serviços de conexão direta de satélites para dispositivos móveis. Embora a liberação seja metade do que a empresa solicitou, representa um avanço significativo para a oferta desse tipo de serviço no Brasil.

O que muda para o mercado digital

Essa decisão pode transformar o mercado digital ao facilitar a implementação de serviços de internet via satélite diretamente em dispositivos móveis. Com a Starlink ganhando espaço, espera-se um aumento na competitividade entre provedores de internet, o que pode resultar em melhores preços e serviços para os consumidores. Além disso, a priorização de novas alocações de espectro para aplicações de IoT pode impulsionar a inovação em setores que dependem de conectividade avançada.

Para agências e anunciantes

Agências e anunciantes precisam revisar suas estratégias de comunicação e marketing, considerando a possibilidade de campanhas que utilizem a nova conectividade oferecida pela Starlink. É essencial discutir com os clientes como essa nova tecnologia pode impactar a forma como se conectam com seus consumidores e como podem explorar oportunidades em áreas como IoT. As marcas devem se preparar para um cenário onde a conectividade se torna mais acessível e abrangente.

O que acompanhar

É importante observar como a Starlink irá implementar esses serviços e a resposta do mercado a essa nova oferta. Vale acompanhar também as reações de concorrentes e como a Anatel irá lidar com novos pedidos de espectro, especialmente para aplicações de IoT. A evolução das regulamentações e a aceitação dos consumidores em relação a serviços D2D também serão cruciais nos próximos meses.

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