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Capacitismo afeta 81% das mulheres com deficiência
Meio & Mensagem (abre em nova aba) Publicada em
Pesquisa aponta preconceito e falta de oportunidades como barreiras na carreira das profissionais no Brasil
Pesquisa revela que 81% das mulheres com deficiência enfrentam capacitismo, destacando preconceito e a falta de oportunidades como principais barreiras em suas carreiras no Brasil.
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O que aconteceu
Um novo estudo revelou que 81% das mulheres com deficiência vivenciam capacitismo no ambiente profissional, o que representa um obstáculo significativo para sua progressão na carreira. Realizada pelo Instituto Locomotiva, a pesquisa, que contou com a colaboração da Talento Incluir e do Pacto Global da ONU, expõe as dificuldades que essas mulheres enfrentam, especialmente quando se considera a interseccionalidade com outras identidades, como raça e orientação sexual.
O que muda para o mercado digital
Esses achados podem levar as empresas a reavaliar suas práticas de inclusão e a reconhecer o capacitismo como um fator que limita o potencial de profissionais com deficiência. O resultado é um chamado para que as marcas adotem políticas mais eficazes, não apenas na contratação, mas também na promoção de um ambiente que valorize a diversidade e ofereça oportunidades iguais para todos os colaboradores.
Para agências e anunciantes
Agências e anunciantes precisam revisar suas estratégias em relação à inclusão e diversidade, considerando a necessidade de campanhas que retratem com precisão as experiências das mulheres com deficiência. É crucial estabelecer diálogos com os clientes sobre a importância de cultivar culturas organizacionais inclusivas e de implementar práticas que favoreçam o desenvolvimento profissional de todos. Além disso, as campanhas publicitárias devem abordar a diversidade de maneira autêntica e respeitosa, evitando estereótipos.
O que acompanhar
É importante observar como as empresas responderão a esses dados nas próximas semanas. Sinais de mudança podem incluir a adoção de programas de inclusão mais robustos e um aumento na transparência em processos de recrutamento e promoção. Também será interessante acompanhar se surgirão iniciativas de advocacy por parte de organizações que defendem os direitos das pessoas com deficiência, pressionando por transformações significativas no ambiente corporativo.
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