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Citigroup aposta no Muse como "porta de entrada da IA para a internet"
CNN Brasil (abre em nova aba) Publicada em
Citigroup investe no Muse, uma plataforma que visa facilitar a integração da inteligência artificial na internet, destacando seu potencial como uma ferramenta acessível para usuários e empresas.
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O que aconteceu
O Citigroup prevê que o assistente de inteligência artificial Muse, da Meta, "poderá gerar mais de US$ 27 bilhões em receita até 2030", destacando-se como uma nova forma de acesso à internet. Desde seu lançamento, o Muse já ultrapassou 6,6 milhões de downloads e conta com 1,8 milhão de usuários ativos diários, enquanto a Meta intensifica sua estratégia em inteligência artificial.
O que muda para o mercado digital
A ascensão do Muse pode transformar o panorama digital, especialmente no que diz respeito à forma como os usuários interagem com a internet. Se as previsões do Citigroup se confirmarem, a maneira como consumidores realizam pesquisas, comparam produtos e efetuam transações online pode passar por mudanças significativas. Isso pode resultar em um aumento na utilização de assistentes pessoais em diversas plataformas, tornando esses recursos essenciais para o comércio eletrônico e a publicidade digital. A competição entre as grandes empresas de tecnologia para dominar esse setor pode acelerar inovações e melhorias na experiência do usuário.
Para agências e anunciantes
Agências e anunciantes devem reavaliar suas abordagens de marketing digital, considerando como o Muse e outras ferramentas de IA influenciam o comportamento do consumidor. É crucial que as discussões com clientes incluam a integração de assistentes pessoais nas campanhas publicitárias e a adaptação de conteúdos para serem otimizados para buscas realizadas através do Muse. A possibilidade de novos modelos de monetização, como assinaturas e transações, também deve ser considerada para aproveitar as oportunidades que surgem com a popularização dessa tecnologia.
O que acompanhar
É fundamental observar como a Meta continuará a desenvolver o Muse e quais novos recursos poderão ser introduzidos. Além disso, acompanhar a reação do mercado e a adoção por parte dos usuários pode fornecer insights valiosos sobre a eficácia do Muse como ferramenta de engajamento. O desempenho das ações da Meta e a evolução das ofertas de concorrentes como OpenAI e Google também merecem atenção nas próximas semanas.