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Radar do Mercado Tecnologia

É mandatório que Anatel e ANPD participem de forma efetiva na regulação das plataformas digitais

Convergência Digital (abre em nova aba) Publicada em

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A afirmação é do conselheiro da agência reguladora de telecomunicações, Edson Holanda. Segundo ele, a participação das duas agências não pode ser considerada facultativa. Na cibersegurança, fez uma advertência: o Brasil está atrasado.

Conselheiro da Anatel, Edson Holanda, afirma que a participação da Anatel e da ANPD na regulação das plataformas digitais é obrigatória. Ele alerta que o Brasil está atrasado em cibersegurança.

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O que aconteceu

O conselheiro da Anatel, Edson Holanda, enfatizou a necessidade de uma atuação mais efetiva da Anatel e da ANPD na regulação das plataformas digitais, afirmando que essa participação não deve ser opcional. Ele também fez um alerta sobre a urgência de ações em cibersegurança, ressaltando que o Brasil está atrasado nesse aspecto e precisa agir rapidamente para fortalecer a segurança digital no país.

O que muda para o mercado digital

A declaração de Edson Holanda pode sinalizar uma mudança significativa na forma como as agências reguladoras se envolvem com o mercado digital. A inclusão mais ativa da Anatel e da ANPD nas discussões sobre regulação digital pode trazer maior segurança jurídica e confiança para investidores e usuários. Isso pode resultar em um ambiente mais estável para a operação de plataformas digitais, influenciando a maneira como as empresas planejam suas estratégias de mercado, compliance e inovação. A regulação mais robusta pode, por exemplo, afetar a forma como dados são tratados e utilizados, o que é crucial em um cenário onde a privacidade e a proteção de dados são cada vez mais relevantes.

Para agências e anunciantes

Agências e anunciantes devem estar atentos a essa nova dinâmica regulatória. É essencial revisar estratégias de conformidade e comunicação, assegurando que as práticas estejam alinhadas com as diretrizes que poderão emergir dessa maior participação das agências. Conversas com clientes sobre a importância de estar em conformidade com as futuras regulações e sobre como isso pode impactar suas operações digitais se tornam fundamentais, especialmente em um cenário onde a confiança do consumidor é primordial.

O que acompanhar

Nos próximos meses, vale observar como as agências irão se posicionar em relação ao PL 2.768/2022 e quais mudanças efetivas ocorrerão na regulação das plataformas digitais. Também será crucial acompanhar os desenvolvimentos na área de cibersegurança, especialmente a criação de uma agência nacional dedicada a esse tema, e como isso pode afetar a segurança e a operação das empresas no Brasil. O monitoramento dessas mudanças pode oferecer insights valiosos para a adaptação das estratégias de marketing e comunicação.

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