Radar do Mercado
Eve quer ter eVTOLs já em operação no Brasil em 2028
Convergência Digital (abre em nova aba) Publicada em
Aeronaves de pouso e decolagem vertical, desenvolvidas no Brasil, quer usar 2027 para obter a certificação para os voos, que serão tripulados. "Não enxergo o eVTOL autônomo no médio prazo", diz o head de serviços e suporte da Eve Air Mobility, Sergio Tomasella.
A Eve planeja ter eVTOLs operacionais no Brasil até 2028, utilizando 2027 para obter a certificação necessária para voos tripulados. O head de serviços e suporte da empresa, Sergio Tomasella, afirma que não prevê a operação de eVTOLs autônomos no médio prazo.
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O que aconteceu
A Eve Air Mobility, parte do grupo Embraer, anunciou que planeja iniciar as "entregas comerciais de aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical" em 2028. A empresa se prepara para a certificação das aeronaves em 2027 e já firmou acordos com 28 clientes de dez países, incluindo a Revo no Brasil.
O que muda para o mercado digital
A introdução dos eVTOLs no Brasil pode revolucionar a mobilidade urbana e a logística nas cidades. Com a capacidade de operar em áreas urbanas e realizar rotas entre heliportos e aeroportos, essas aeronaves têm o potencial de aliviar o tráfego nas grandes metrópoles e oferecer uma alternativa rápida de transporte. O avanço no uso dessa tecnologia também pode impulsionar o desenvolvimento de infraestrutura específica, como vertiportos e serviços de conectividade, que são essenciais para o funcionamento eficiente das aeronaves.
Para agências e anunciantes
Para agências e anunciantes, a chegada dos eVTOLs representa uma nova oportunidade de comunicação e marketing. É fundamental revisar estratégias que considerem esse novo meio de transporte, pensando em campanhas que possam integrar a experiência do usuário com a mobilidade aérea. Conversas com clientes devem incluir a adaptação de suas mensagens e ofertas para o contexto urbano em transformação, além de explorar parcerias com as empresas que operarão essas aeronaves.
O que acompanhar
Nos próximos meses, vale observar como a Eve avançará na certificação das aeronaves e quais serão os primeiros vertiportos a serem implementados. Também é importante acompanhar as reações do mercado e a aceitação do público em relação a esse novo meio de transporte. A evolução das parcerias com operadoras de telecomunicações para garantir a conectividade das aeronaves será outro ponto chave a ser monitorado.
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