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Greenpeace cria jogo de cartas para explicar eleição ao Senado em 2026
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Deck criado pela Beta Collective transforma informações sobre o Senado em cartas, jogos e ações de rua
Greenpeace desenvolve um jogo de cartas em parceria com a Beta Collective para informar sobre a eleição ao Senado em 2026, utilizando cartas, jogos e ações de rua como ferramentas de engajamento.
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O que aconteceu
O Greenpeace Brasil lançou o Desembaralho do Senado, um jogo de cartas educativo que visa esclarecer o papel dos senadores e a importância do voto nas eleições de 2026. A iniciativa, parte da campanha #VotaQueVale, inclui mil unidades físicas do baralho, jogos online e ações urbanas para engajar a população na discussão sobre a renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado.
O que muda para o mercado digital
Essa ação pode inspirar outras organizações e marcas a explorar formas criativas de engajamento cívico por meio de jogos e experiências interativas. No mercado digital, a combinação de elementos educativos com entretenimento pode abrir novas oportunidades para campanhas eleitorais e de conscientização, além de promover maior interação com o público. Com a crescente desinformação sobre processos eleitorais, iniciativas que utilizam abordagens lúdicas podem se tornar um diferencial significativo na comunicação política e social.
Para agências e anunciantes
Agências e anunciantes devem considerar a eficácia de formatos criativos, como jogos e interações digitais, em suas estratégias de comunicação. É essencial revisar como as campanhas podem ser adaptadas para incluir elementos educativos e interativos, que possam aumentar a conscientização e engajamento do público. Conversas com clientes devem focar em como integrar esses formatos em campanhas futuras, especialmente em períodos eleitorais, onde a educação do eleitor se torna crucial.
O que acompanhar
Vale observar como a recepção do Desembaralho do Senado impacta o engajamento cívico e se outras organizações seguem o exemplo do Greenpeace. Também é importante acompanhar a resposta do público às ações urbanas e digitais, além de verificar se essa abordagem se traduz em maior conscientização sobre o processo eleitoral e seus impactos na vida cotidiana.