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Nizan e Alcoforado: como se conectar com o consumidor?
Meio & Mensagem (abre em nova aba) Publicada em
Ambos sugeriram como as marcas podem se conectar com o consumidor brasileiro em um contexto de rápidas mudanças sociais e tecnológicas
Nizan e Alcoforado discutem estratégias para marcas se conectarem com consumidores brasileiros, considerando as rápidas mudanças sociais e tecnológicas. As sugestões abordam a adaptação das empresas a esse cenário dinâmico.
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O que aconteceu
Nizan Guanaes e Michel Alcoforado discutiram no Maximídia 2026 como as marcas podem se conectar com os consumidores brasileiros em um cenário de rápidas mudanças sociais e tecnológicas. Eles abordaram a digitalização, a diminuição do poder de compra e a necessidade de entender as motivações de consumo dos brasileiros.
O que muda para o mercado digital
A discussão traz à tona a urgência de as marcas adaptarem suas estratégias para um consumidor que se tornou mais pragmático e menos fiel. A digitalização não apenas alterou os canais de venda, mas também as razões que levam à compra. Isso exige que as marcas reavaliem seu papel e se posicionem como fontes de significado e conforto emocional, além de simplesmente oferecer produtos.
Para agências e anunciantes
Agências e anunciantes precisam revisar suas abordagens criativas, focando mais na essência dos produtos do que em conceitos abstratos. É fundamental que a comunicação seja capaz de gerar impacto real nos negócios, considerando que os consumidores buscam conexões significativas. Conversas com os clientes devem incluir a análise de como suas marcas podem ser percebidas em um mercado onde o consumidor é mais seletivo e busca experiências que vão além da funcionalidade.
O que acompanhar
Nos próximos meses, vale observar como as marcas irão implementar essas novas abordagens e se adaptarão às mudanças no comportamento do consumidor. Também é importante acompanhar o impacto da inteligência artificial nas estratégias de marketing e como isso afetará a criatividade e a conexão emocional com o público. O movimento em direção a agências mais ágeis e independentes pode ser um sinal de transformação no setor.
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