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Setor de eventos ainda usa pouca tecnologia, apesar da expectativa de crescimento
Mundo do Marketing (abre em nova aba) Publicada em
O setor de eventos apresenta baixa adoção de tecnologia, mesmo com a previsão de crescimento. A falta de inovação pode impactar a eficiência e a experiência dos participantes.
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O que aconteceu
O setor de eventos no Brasil enfrenta um crescimento projetado, mas a adoção de tecnologia ainda é desigual. Enquanto 30,6% dos profissionais relatam uso limitado ou inexistente de tecnologia, apenas 26,9% afirmam utilizar soluções de forma intensa ou integrada, evidenciando uma lacuna significativa na digitalização do setor.
O que muda para o mercado digital
Essa situação pode impactar o mercado digital ao evidenciar a necessidade de integração entre tecnologia e experiência do usuário. A baixa adoção de ferramentas avançadas, como analytics e inteligência artificial, sugere que muitas empresas ainda não conseguem maximizar o potencial da tecnologia para melhorar a experiência do participante. Isso pode criar uma oportunidade para plataformas que oferecem soluções mais integradas e personalizadas, além de aumentar a demanda por serviços que ajudem a superar as barreiras tecnológicas existentes.
Para agências e anunciantes
Agências e anunciantes devem revisar suas estratégias para o setor de eventos, considerando que a tecnologia pode ser um diferencial competitivo. Conversas com clientes devem incluir a importância de investir em soluções que não apenas operacionalizem eventos, mas que também melhorem a experiência do participante através da personalização e análise de dados. A adoção de ferramentas que integram CRM, automação e analytics pode ser um caminho a ser explorado para agregar valor às experiências oferecidas.
O que acompanhar
É importante observar como as empresas do setor reagirão a essa necessidade de transformação digital. Sinais de mudança podem surgir na forma de investimentos em tecnologia, parcerias com startups de tecnologia ou o desenvolvimento de novas soluções que visem melhorar a conectividade e a personalização nos eventos. Além disso, a evolução das infraestruturas de eventos, especialmente em relação à conectividade, será um fator crítico a ser monitorado.
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